O INSS é o maior réu do Judiciário brasileiro
Mais de 5 milhões de processos tramitam contra o instituto, reflexo da dificuldade de segurados em ver direitos reconhecidos sem judicialização.
Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 2024.
Você já deve ter percebido: quanto mais você pesquisa sobre aposentadoria, mais confuso tudo fica. E o problema não é você: interpretar leis e lidar com o INSS é complicado até para quem trabalha com isso todos os dias.
Milhões de brasileiros vivem hoje fora do país, e boa parte não sabe dizer com segurança: se vai conseguir se aposentar no Brasil; se deveria estar contribuindo, ou se contribui do jeito certo; ou se vai conseguir acumular aposentadorias dos diferentes países onde já trabalhou.
A gente sabe que a renda dos benefícios do INSS não é nenhuma fortuna, mas você já começou a pagar por ela, e deixar isso de lado é abrir mão do que já foi investido. Sabemos também que, quando a gente sai do mercado de trabalho, o rendimento cai, e é aí que uma renda vitalícia faz diferença.
Você já deve ter lido sobre o assunto e assistido a vídeos, mas o que resolve isso não é mais informação solta, é uma orientação técnica, voltada exclusivamente para o seu caso.
Meu nome é Élida Bottari. Sou advogada inscrita na OAB/MT (27.379/O) e na Ordem dos Advogados de Portugal (67856P), possuo 14 anos de atuação profissional, 8 deles atuando a partir do exterior e ajudando trabalhadores imigrantes a entender os seus direitos previdenciários. Já orientei clientes em mais de 15 países, e é essa experiência que eu quero colocar a favor do seu caso agora.
Mais de 5 milhões de processos tramitam contra o instituto, reflexo da dificuldade de segurados em ver direitos reconhecidos sem judicialização.
Fonte: Conselho Nacional de Justiça (CNJ), 2024.
Já em abril de 2025, mais de 261 mil requerimentos foram negados em um único mês, a maioria por falta de tempo mínimo, falhas no CNIS ou documentação inconsistente.
Fonte: Boletim de Transparência Previdenciária — SUIBE/INSS, abr/2025.
Entre janeiro e junho de 2026, a fila de requerimentos caiu de 3,1 milhões para 1,5 milhão, mas os indeferimentos saltaram 69,8% frente ao mesmo período de 2025, somando 4,3 milhões de pedidos negados (50,5% de todas as decisões, a maior taxa de indeferimento dos últimos 20 anos).
Fonte: Boletim Estatístico da Previdência Social (BEPS), Ministério da Previdência Social, jul/2026; análise da Folha de S.Paulo.
53% dos aposentados seguem ativos no mercado para complementar a renda, muitos sem terem planejado essa fase com antecedência.
Fonte: CNDL/SPC Brasil, 2024.
Esses números confirmam o que você já sentiu: o sistema é mesmo complicado, até mesmo para quem já tem tudo em ordem. E é exatamente por isso que tomar decisões previdenciárias sem uma análise técnica sai caro, seja em forma de negativa do pedido, atraso ou prejuízo financeiro.
Agir com antecedência é o caminho mais racional, e é exatamente nisso que te ajudaremos.
"Há uma dimensão frequentemente negligenciada: o caráter de seguro social da Previdência, que assegura proteção em situações adversas e imprevisíveis, como doença, incapacidade, maternidade e morte, riscos aos quais todos estamos sujeitos. A descontinuidade contributiva pode comprometer essa proteção justamente nos momentos de maior vulnerabilidade."
— Élida Bottari, advogada.
Se você já reúne tempo suficiente de contribuição junto ao INSS e o que ainda falta.
Se existem erros ou lacunas no seu CNIS que possam comprometer o seu direito ou o valor do benefício.
Se já é viável se aposentar no Brasil, e se dá para acumular com um benefício obtido no exterior.
Se o Acordo Internacional de Previdência Social aplicável ao seu caso interfere e como.
Se faz sentido continuar, retomar ou não contribuir para o INSS a partir de agora, e por quê.
Se você ou seus dependentes têm direito a outros benefícios da Previdência Social, como benefício por incapacidade, invalidez, pensão por morte, salário-maternidade, além da aposentadoria.
Além dos 14 anos de experiência jurídica e da atuação em mais de 15 países que já te contei, também sou professora convidada de pós-graduação no Instituto Ius Gentium Conimbrigae (IGC), da Universidade de Coimbra, em Portugal, e dou cursos de extensão na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Já atuei como assessora jurídica do Ministério Público e do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, e ministrei palestras e cursos sobre Acordos Internacionais de Previdência Social no Brasil, em Portugal, na Itália e nos Estados Unidos.